Aula 35-Fraudes e Mistificações

Fraudes e Mistificações

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Pergunta-se também: como se pode distinguir, na vasta massa das comunicações, cujos autores são invisíveis, o que provém das entidades superiores e deve ser conservado? Para essa pergunta há uma só resposta. Como distinguimos nós os bons e maus livros dos autores falecidos há muito tempo? Como distinguir uma linguagem nobre e elevada de uma linguagem banal e vulgar? Não temos nós um estalão [padrão], uma regra para aquilatar os pensamentos, provenham eles do nosso mundo ou do outro? Podemos julgar as mensagens medianímicas principalmente pelos seus efeitos moralizadores, que inúmeras vezes têm melhorado muitos caracteres e purificado muitas consciências. É esse o critério mais seguro de todo o ensino filosófico. (Léon Denis –  O problema do ser do destino e da dor, Primeira parte, cap. 2(O critério da doutrina dos espíritos)

Apostila do COEM – VL.1 – 10ª  SESSÃO TEÓRICA

AULA: Fraude Mist 22 23 set 13

REFERÊNCIAS:

KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 80. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Segunda parte, cap. 27  e 28.

DENIS, Léon. No invisível. Tradução de Leopoldo Cirne. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Terceira parte, cap. 24 (Abusos da mediunidade).

DENIS, Léon. problema do ser do destino e da dor. 30. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Primeira parte, cap. 2(O critério da doutrina dos espíritos).

Revista espírita. Jornal de estudos psicológicos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Poesias traduzidas por Inaldo de Lacerda Lima. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Ano 1863, item: Mistificações.

FRANCO, Divaldo P. e TEIXEIRA, Raul. Diretrizes de Segurança.  DÉCIMA PARTE – ESCOLHOS DA MEDIUNIDADE – Cap. 95 (Qual a diferença entre animismo e mistificação?)

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