Aula 40 – Critérios para participar de RM

Critérios para participar de RM

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“A execução correta de qualquer trabalho requer preparo anterior. Assim também ocorre na área mediúnica. Mediunidade com Jesus exige permanente estudo evangélico-doutrinário, pois não é admissível participar de tarefas nesta área, sem o devido preparo.(Apostila – Programa II · Módulo II · Roteiro 4)

AULA: Crit part rm

REGIMENTO INTERNO DA CEM: Reg int CEM

APOSTILA EPM Prog.1 – Mód.2 – Rot. 6 e Prog.2 – Mód. 2 – Rot. 3 e 4.

vídeo: http://youtu.be/cRh-_RAT-I4
REFERÊNCIAS:

1. KARDEC, Allan. Obras póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 39. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Segunda parte, Projeto 1868, item: Ensino espírita, p. 376.
2. ______. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 78. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Introdução, p. 13.
3. ______. p. 14.
4. ______. Segunda parte. Cap. 14, item 159, p. 211.
5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA. Estudo e prática da mediunidade. Programa I. 3. ed. Brasília: 2005, p. 10.
6. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Desobsessão. Pelo Espírito André Luiz. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 66 (Reuniões de estudos mediúnicos), p. 229.
7. XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006, questão 387, p. 215.
8. ______. Questão 388, p. 216.
9. ______. Questão 392, p. 218.
10. _____. Os mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 43. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 3 (No centro de mensageiros), p. 26.

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Aula 39 – Reunião mediúnica (Participantes e Etapas)

Reunião mediúnica (Participantes e Etapas)

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“As atividades de uma reunião mediúnica comportam três etapas básicas: abertura, desenvolvimento e encerramento. A abertura comporta algumas atividades necessárias à harmonização da equipe, no início do trabalho.”(Desobsessão. Pelo Espírito André Luiz. Cap. 32)

AULA: RM part etap

APOSTILA EPM/EEM – Programa II

 Módulo I · Roteiro 3. Módulo II · Roteiro 1 e 2. Vídeo: https://youtu.be/m9LPq2L35Rc?list=PL78FC2F58048FDE1C

REFERÊNCIAS

  1.  KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 78. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Segunda parte, cap. 25. Item 272, p. 362-363 – Segunda parte, cap. 29, item 333, p. 449.
  2. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Desobsessão. Pelo Espírito André Luiz. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 27 (Livros para leitura), p. 111.
  3.  ______. Cap. 28 (Leitura preparatória), p. 113.
  4.  ______. Cap. 29 (Prece inicial), p. 117.
  5.  ______. Cap. 30 (Manifestação inicial do mentor), p. 119-120.
  6.  ______. Cap. 32 ( Manifestação de enfermo espiritual-1), p. 125.
  7.  ______. Cap. 51 (Radiações), p. 179-180.
  8.  ______. Cap. 56 (Prece fi nal), p. 197.
  9.  ______. Cap. 57 (Encerramento), p. 199.
  10.  ______. Cap.60 (Estudo construtivo das passividades), p. 209.
  11. XAVIER, Francisco Cândido. Seara dos médiuns. Pelo Espírito Emmanuel. 18. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Item: Cartão de visita, p. 17-18 – Item: Irmãos problemas, p. 149-150.
  12. MIRANDA, Hermínio C. Diálogo com as sombras. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB 2006. Cap. 2 (As pessoas), item 2: Os desencarnados, p. 98.
  13. OLIVEIRA, Therezinha. Reuniões mediúnicas. 1. ed. Capivari: EME, 1994. Cap 13(A identifi cação dos Espíritos), p.77.
  14. PERALVA, Martins. Estudando a mediunidade. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 42 (Materialização – 1), p. 217.
  15. XAVIER, Francisco Cândido. Educandário de luz. Autores diversos. 2. ed. São Paulo: IDEAL, 1988. Cap. 34 (Visão espiritual de um centro espírita: mensagem de Efigênio S. Vitor), p. 80-81.
  16. ______. Missionários da luz. Pelo Espírito André Luiz. 41. ed. Rio de Janeiro: FEB 2006. Cap.19 (Passes), p. 405-408.
  17. _____. p. 406.
  18.  _____. Nos domínios da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 33. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 4 (Ante o serviço), p. 42.
  19. _____. Cap. 5 (Assimilação de correntes mentais), p. 52.
  20.  _____. Cap. 28 (Efeitos físicos), p. 296.
  21.  _____. Os mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 43. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 3 ( No centro de mensageiros), p. 24.
  22.  _____. Cap. 43 (Antes da reunião), p. 265.
  23.  _____. p. 266.
  24.  _____. p. 267.

Aula 38 – FÓRUM Entre a Terra e o Céu

FÓRUM Entre a Terra e o Céu

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Capítulos que iremos estudar e debater:

Cap.25 – Reconciliação.
Cap.26 – Mãe e filho.
Cap.27 – Preparando a volta.

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Amaro não registrou o convite da companheira desencarnada, em forma de palavras ouvidas, mas recebeu-o como silencioso apelo à vida mental.
Dirigiu-se a pequenina copa, pensando em Zulmira, com o insopitável desejo de comunicar-lhe o estranho contentamento de que se via possuído.
Não seria justo envolver a esposa doente na onda de alegria em que se banhava?
Vimos que Odila tremeu um instante, ao lhe observar a súbita felicidade com a perspectiva de restauração do carinho para com a segunda mulher. Compreendi o esforço que a iniciativa lhe reclamava ao coração feminino e, mais uma vez, reconheci que a morte do corpo não exonera o Espírito da obrigação de renovar-se. No fundo, não podia sentir, de imediato, plena isenção de ciúme, entretanto, aceitava o ideal de sublimação que se lhe implantara no sentimento e não parecia disposta a perder a oportunidade de reajuste.

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Acompanhando Clarêncio, atingimos a residência de Blandina, que nos acolheu com a gentileza habitual.
Entramos.
Não houve necessidade de muitas palavras.
Atraída pelo grande berço que se levantava à nossa vista,
Odila precipitou-se sobre o menino enfermo, bradando, alarmada:
– Meu filho! Júlio! Meu filho!… Indubitavelmente, a Sabedoria Universal colocou imperscrutáveis segredos no carinho materno. Algo de milagroso e divino existe nos laços que unem mães e filhos que, por enquanto, não podemos apreender.
A criança doente transformou-se, de súbito.
Indefinível expressão de felicidade cobriu-lhe o semblante.
– Mãe! Mãe!… – gritou, respondendo.

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– Irmã Clara recomendou-me viesse rogar-lhe o concurso.
Ajude-me, abnegado amigo!…
– Somos todos irmãos – ajuntou Clarêncio generoso – e achamo- nos uns à frente dos outros para a prestação do serviço mútuo. Nosso Júlio não é uma criatura comum e, por esse motivo, não seria justo renascer no mundo a esmo, como planta inculta germinando à toa, no mato da vida inferior. Assim sendo, analisemos o quadro de tuas relações afetivas…
Depois de ligeira pausa, acrescentou:
– Tens grande plantio de amizades puras na Terra? Em questões de auxílio, não podemos perder os nossos sentimentos de vista. Tanto para entrar no reino do espírito, como para entrar no reino da carne, em melhores condições, não podemos prescindir da cooperação de amigos sinceros que nos conheçam e nos amem.

Aula 37 – Fenômenos de efeitos visuais

Fenômenos de efeitos visuais

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” Está entendido que a faculdade de ver Espíritos, como todas as faculdades mediúnicas, diz respeito às propriedades do perispírito. O médium dispõe de  recursos físicos [orgânicos] para ver Espíritos porque esta disposição foi impressa pelo perispírito, que serviu de molde ao seu corpo físico. ”  (O livro dos médiuns, Cap.VI – p.21a 23)

AULA:

APOSTILA – Programa I · Módulo III · Roteiro 3

APOSTILA – Programa II · Módulo III ·Roteiro 5

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Questão 455, p. 240-241.
2. ______. p. 241.
3. ______. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. VI, item 100, p. 130.
4. ______. Item 100. Pergunta 15, p. 134.
5. ______. Pergunta 16, p. 135.
6. ______. Pergunta 20, p. 136.
7. ______. Perguntas 21 a 23, p. 136-137.
8. ______. Pergunta 26, item a, p. 137.
9. XAVIER, Francisco Cândido. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 12, (Clarividência e clariaudência) p. 124-125.
10. ______. p. 126.
11. ______. p. 127.

12.ZIMMERMANN, Zalmino. Teoria da Mediunidade, cap.VI.

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Aula 36 – Fenômenos de efeito inteligente

Fenômenos de efeito inteligente

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“A manifestação mediúnica de efeitos intelectuais produz efeitos ou repercussões em nível mental, isto é, o Espírito comunicante conduz o médium a uma certa elaboração mental-intelectual, ao transmitir a mensagem aos circunstantes. Nessa situação, o médium é um intérprete das idéias e dos sentimentos do Espírito comunicante.”

AULA: Manif Med Ef Int

APOSTILA – Programa I · Módulo III  · Roteiro 2

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Traduçãode Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, segunda parte. Cap. III, item 66, p. 87.
2. ______. Cap. XV, item 178, p. 221
3. ______. Item 179, p. 222.
4. ______. Item 180, p. 223.
5. ______. Item 181, p. 223-224.
6. ______. Cap. XVI. Item 191, p. 235.
7. ______. Revista Espírita — Jornal de Estudos psicológicos. 1858. Tradução de Evandro Noleto Bezerra; poesias traduzidas por Inaldo Lacerda Lima. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Ano I, janeiro de 1858, nº 1 (Introdução). item: Diferentes Modos de Comunicação, p. 32.
8. ______. p. 33.
9. ______. XAVIER, Francisco Cândido. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 5 (Assimilando correntes mentais), p. 56.
10. ______. Capítulo 6 (Psicofonia Consciente), p. 61-62
11. ______. Capítulo 7 (Socorro espiritual), p. 76.
12. ______. Capítulo 8 (Psicofonia sonambúlica), p. 85.
13. ______. Capítulo 9 (Possessão), p. 92.
14. ______. Capítulo 10 (Sonambulismo torturado), p. 107.
15. ______. Capítulo 11 (Desdobramento em serviço), p. 113-122.

 

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Aula 35 – Fenômenos efeitos físicos

FENÔMENOS DE EFEITOS FÍSICOS

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A manifestação mediúnica produzida por meio de pancadas, chama-se tiptologia. Quando os Espíritos utilizam sinais para se comunicarem, denomina-se sematologia. Ambas são formas primitivas de comunicação mediúnica, em que se estabelece um número de sinais para as letras do alfabeto ou para as palavras, permitindo, assim, a manifestação morosa e cansativa dos Espíritos. (APOSTILA – Programa I · Módulo III · Roteiro 1)

APOSTILA – Programa I · Módulo III · Roteiro 1

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, segunda parte. Cap. II, item 60, p. 82.
2. ______. Cap. V, item 83, p. 106.
3. ______. Item 87, p. 108.
4. ______. Item 89, p. 109-110.
5. ______. Item 96, p. 119.
6. ______. Item 98, p. 123.
7. ______. Cap. IX, item 132, p. 174.
8. ______. Item 132, pergunta 12, p. 178.
9. ______. Pergunta 13, p. 178-179.
10. _____. Pergunta 14, p.179.
11. ______. Cap. XII, item 146, p. 192.
12. ______. Item 150, p. 196.
13. ______. Item 151, p. 197.
14. ______. Cap. XIV, item 177, p. 219.
15. ANDRADE, Hernani Guimarães. Espírito, Perispírito e Alma. São Paulo: Pensamento, 1984. Cap. VIII (Ectoplasma e ectoplamia), item: O Poltergeist, p. 190.
16. ______. p. 192-193.
17. ______. A Transcomunicação Através dos Tempos. São Paulo: Editora Jornalística FE, 1997. Cap. V (O Poltergeist na pré-história), p. 25.
18. ______. p. 26.
19. BOZZANO, Ernesto. Povos Primitivos e Manifestações Supranormais. Tradução de Eponina Mele Pereira da Silva. São Paulo: Editora Jornalística FE, 1997. Cap. I (Pancadas e Quedas. Movimentos de Objetos a Distância – telecinesia, levitação humana), p. 1.
20. ______. Cap. IV (Fenômenos de infestação), p. 169.
21. ______. Cap. V (Apporto e Asporti), p. 90.
22. DOYLE, Arthur Conan. História do Espiritismo. Trad. de Júlio de Abreu Filho. São Paulo: Pensamento, 1960, p. 381 (Vozes mediúnicas e moldagens).
23.______. p. 417 (Grandes médiuns modernos).
24. NÁUFEL, José. Do ABC ao Infi nito. Espiritismo Experimental. Vol.2. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999. Cap. X (Ectoplasmia e materialização). p. 81.
25. ______. p. 83.
26. XAVIER, Francisco Cândido. Libertação. Pelo Espírito André Luiz. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 20 (Reencontro), p. 321.
27. ______. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. XXVIII (Efeitos físicos), p. 298.
28. ______. p. 298, 302 e 303.
29. ______. p. 302-303.

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Aula 33 – Educação da faculdade mediúnica

Educação da faculdade mediúnica

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Para o seu desenvolvimento o médium conta com o auxílio de benfeitores espirituais, sob a orientação de seu Espírito Protetor. O Espírito protetor, anjo da guarda, ou bom gênio é o que tem por missão acompanhar o homem na vida e ajudá-lo a progredir. (ESE-Cap. XXI. Item 9, q.514)

AULA:

APOSTILA EPM/EEM

Programa I · Módulo II · Fundamentação Espírita · Roteiro 6

REFERÊNCIAS

1.KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. XXI. Item 9, p. 323.
2.______. p. 324.
3.______. Cap. XXVI, item 9, p. 366-367.
4.______. Item 10, p. 367.
5.______. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Questão 508, p. 262.
6.______. Questão 514, p. 263-264.
7.______. Questão 569, p. 284 – 285.
8.______. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, segunda parte. Cap. XVII, item 211, p. 254.
9. AGUAROD, Angel. Auto-educação. Grandes e Pequenos Problemas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002, Cap. X (Últimos problemas), p. 217, item I (Auto-educação).
10.______. p. 218-219.
11.______. p. 219-220.
12. DENIS, Léon. No Invisível. Tradução de Leopoldo Cirne. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Primeira parte (O Espiritismo Experimental: as leis), cap. VI (Educação e função dos médiuns), p. 60.
13. ______. p. 61.
14. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA/CFN. Orientação ao Centro Espírita. 4. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1996, p. 19 (Os Centros Espíritas).
15. FRANCO, Divaldo Pereira. Médiuns e Mediunidades. Pelo Espírito Vianna de Carvalho. 2. ed. Niterói [RJ]: Arte e Cultura, 1991, p. 61 (Educação das forças mediúnicas).
16.______. p. 62.
17.______. p. 63.
18. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. O Espírito da Verdade. Diversos Espíritos. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. p. 22-23 (Decálogo para médiuns).
19. XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 25. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Questão 392, p. 217-218.
20.______. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 1 (Estudando a mediunidade), p. 17.
21. ______. Cap. 15 (Forças viciadas), p. 140-141.
22.______. p. 167-168.
23.______. Roteiro. Pelo Espírito Emmanuel. 11. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 28 (Sintonia), p. 120.

Aula 32 – FÓRUM Entre a Terra e o Céu

FÓRUM Entre a Terra e o Céu

 

Cap.19 – Dor e surpresa.

– Júlio! Júlio! comparece, covarde! … – bramia o enfermeiro, possesso.
E percebendo talvez a simpatia que Amaro nos conquistara, à face da serenidade com que suportava a situação, prosseguiu, invocando, revel:
– Comparece para desmascarar o patife que procura comovernos!
Júlio, odeio-te! Mas é necessário apareças! Acusa teu desalmado assassino!…
O Ministro procurava contê-lo, bondoso, mas Silva, como potro indomesticado, gesticulava a esmo e continuava, conclamando:
– Júlio!… Júlio!…

Cap.20 – Conflitos da alma.

Voltando à residência de Amaro, ainda conseguimos observá-lo, fora do veículo denso, em conversação com Odila, sob o amparo direto de nosso orientador.
A primeira esposa do ferroviário, identificando o marido, provavelmente com o auxílio de Clarêncio, abandonara Zulmira por instantes e ajoelhara-se-lhe aos pés, rogando, súplice:
– Amaro, expulsa! Corre com esta mulher de nossa casa! Ela furtou a nossa paz… Matou nosso filho, prejudica Evelina e transtorna-te!…
Apontando a enferma com terrível olhar, acentuava:
– Porque reténs semelhante intrusa?

Cap.21 – Conversação edificante.

Enquanto regressávamos ao nosso círculo de trabalho e de estudo, para articular novas providências de auxílio em favor dos protagonistas da história que a vida estava escrevendo, concluí que não me cabia perder a oportunidade de mais amplo entendimento com o nosso orientador, com alusão aos esclarecimentos que nos fornecera, acerca do perispírito.
Assim como o homem comum mal conhece o veículo em que se movimenta, ignorando a maior parte dos processos vitais de que se beneficia e usando o corpo de carne à maneira de um inquilino estranho à casa em que reside, também nós, os desencarnados, somos compelidos a meticulosas meditações para analisar a vestimenta de que nos servimos, de modo a conhecer-lhe a intimidade.

Aula 31 – A influência moral do médium e do meio ambiente nas comunicações mediúnicas

A influência moral do médium e do meio

ambiente nas comunicações mediúnicas

A mediunidade é um dom que Deus nos concedeu como auxílio ao nosso progresso espiritual. Se há pessoas indignas que a possuem, é que disso precisam mais do que as outras, para se melhorarem.
Os médiuns que fazem mau uso das suas faculdades responderão por isto. Serão punidos duplamente, porque têm um meio a mais de se esclarecerem e o não aproveitam. Aquele que vê claro e tropeça é mais censurável do que o cego que cai no fosso. (O Livro dos Médiuns. Cap. XX, item 226, pergunta nº 1)

AULA: Infl moral md

Apostila EPM/EEM – Programa I · Módulo II · Roteiro 5

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Cap. XX, item 226, pergunta nº 1, p. 283.
2.______. Pergunta 2, p. 284.
3.______. Item 227, p. 287-288.
4.______. Item 228, p. 288-289.
5.______. Item 230, p. 291.
6.______. Cap. XXI. Item 231, p. 294.
7.______. Pergunta 3, p. 294.
8.______. p. 294-295.
9.______. Pergunta 4, p. 294-295.
10.______. Item 232, p. 295-296.
11.______. p. 296.

12.______. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap.XX (Missão dos Espíritas).
13. FRANCO, Divaldo Pereira. Médiuns e Mediunidades. Pelo Espírito Vianna de Carvalho.p.85.
14. .______. p. 86.
15. .______. p. 89.

16.TEIXEIRA, Raul. Correnteza de Luz. Cap.4 – Mediunidade e Evolução.

17.XAVIER, Francisco Cândido. pelo Espírito Emmanuel,  3ª parte – cap.3 (Mediunidade) item 3.5.

18.______. Mediunidade e Sintonia. Cap.10 (Em torno da mediunidade).

19.FRANCO. Divaldo Pereira. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Rejubila-te em Deus, Cap. Ponte da Misericórdia.