Aula 30 – Comunicações Anímica e Mediúnica

Comunicações Anímica e Mediúnica

“É por vezes muito difícil distinguir, num dado efeito, o que provém diretamente da alma do médium do que promana de uma causa estranha [Espírito desencarnado], porque com freqüência as duas ações se confundem e convalidam. […] Mas, do fato de ser difícil fazer-se uma distinção como essa não se segue seja ela impossível.”(Allan Kardec: Obras póstumas. Primeira Parte, item: Controvérsias sobre a idéia da existência de seres intermediários entre o homem e Deus).

Apostila ESDE – Tomo único – Mód.5 Rot.2 e 4.

Identificação das fontes de comunicação mediúnica.

Animismo

REFERÊNCIAS – ROT.2

1. KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 80 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Cap. 24, item 255, p. 336 337.
2. ______. Item 256, p. 337.
3. ______. p. 338-339.
4. ______. Item 257, p. 339.
5. ______. Item 263, p. 342-343.
6. ______. Item. 264, p. 343.
7. ______. Item 266, p. 344-345.
8. ______. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 39. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Primeira Parte, item:Controvérsias sobre a idéia da existência de seres intermediários entre o homem e Deus. Comentários de Kardec, p. 102.
9. XAVIER, Francisco Cândido. No mundo maior. Pelo Espírito André Luiz. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 9 (Mediunidade), p. 149.
10. ______. p. 150-151.

11. ______. p. 152-153.
12. ______. p. 154.

REFERÊNCIAS – ROT.4

1. KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 80. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Cap. 19, item 223, 2.ª pergunta, p. 278-279.
2. ______. 4.ª pergunta, p. 279.
3. ______. 6.ª pergunta, p. 280.
4. ______. 7.ª pergunta, p. 280.
5. ______. 8.ª pergunta, p. 280-281.
6. ______. 10.ª pergunta, p. 281-282.
7. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 23 (Animismo), item: Mediunidade e animismo p. 179-180.
8. ______. Item: Obsessão e animismo, p. 181-182.
9. XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da luz. Pelo Espírito André Luiz. 39. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 16 (Incorporação), p. 344-345.
10. ______. Nos domínios da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 22 (Emersão do passado), p. 246.
11. ______. p. 247.
12. ______. No mundo maior. Pelo Espírito André Luiz. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 9 (Mediunidade), p. 149.
13. ______. p. 150.
14. ______. p. 152.
15. ______. p. 160.

Aula 28 – Transe Mediúnico

Transe Mediúnico

DEFINIÇÃO DE TRANSE

“A palavra transe é genericamente entendida como qualquer alteração no estado de consciência. Etimologicamente, no entanto, significa momento crítico, crise, lance (dic. Contemporâneo da Língua Portuguesa, Caldas Aulete.) É um estado especial, entre a vigília e o sono, que de alguma sorte abre as portas da subconsciência […].  O estado de transe não significa a supressão, mas a interiorização da consciência. Mesmo nos estágios mais profundos, ‘algo’ não se extingue e permanece vigilante, à maneira de sistema secundário, mas ainda ativo.” (CERVIÑO, Jayme. Além do Inconsciente. Cap.O Transe).

APOSTILA EPM/EEM – Programa I · Módulo II · Roteiro 3

AULA: Transe med 24e25 07 16

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. Médiuns Mecânicos. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004 Segunda Parte. Cap. XV, item 179, p.222.
2. ______. Item 180, p. 222-223.
3. ______. Item 181, p. 223-224.
4. AKSAKOF, Alexandre. Um Caso de Desmaterialização. Tradução de João Lourenço de Souza. 4. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994. Cap. V (História das Aparições de Katie King), item: Primeiras aparições de Katie King, p. 112.
5. CERVIÑO, Jayme. Além do Inconsciente. 4. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1996, p. 17 (O Transe).
6. ______. p. 19.
7. ______. p. 20.
8. ______. p. 21.
9. ______. p. 22-23.
10. ______. p. 23.
11. ______. p. 24.
12. ______. p. 25.
13. DENIS, Léon. No Invisível. Tradução de Leopoldo Cirne. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Segunda parte (O Espiritismo Experimental: os fatos), cap. XIX (Transes e incorporações). p. 249.
14. FRANCO, Divaldo Pereira. Nos Bastidores da Obsessão. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. 10. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 4 (Estudando o hipnotismo), p. 89.
15. LEX, Ary. Do Sistema Nervoso à Mediunidade. São Paulo: FEESP, 1993, p. 77-78 (Formas de transe).
16. ______. p. 78.
17. ______. p. 79.
18. ______. p. 81.

Escala 2tri16

Aula 25 – Concentração mediúnica

Concentração mediúnica

Em termos de concentração mediúnica, podemos afirmar que constitui meio eficaz para se abrirem as portas que facultam o trânsito dos desencarnados, no incessante intercâmbio que documenta a sobrevivência e expressa a validade das aquisições morais intransferíveis.

APOSTILA EPM/EEM  

Programa I · Módulo II · Roteiro 4 . Concentração mediúnica

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, Segunda Parte. Cap. XXIX, item 331, p. 427 – 428.
2.______. p. 428.
3.______. Item 332, p. 428.
4. DENIS, Léon. No Invisível. Tradução de Leopoldo Cirne. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Primeira parte (O Espiritismo Experimental: as leis), cap. IX (Condições de experimentação), p.99.
5.______. p. 100.
6. FRANCO, Divaldo Pereira. Repositório de Sabedoria. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: Alvorada, 1980, p. 99 (Concentração).
7.______. Sementeira da Fraternidade. Por diversos Espíritos. 3 ed. Salvador [BA]: Alvorada, 1979, p. 123, cap.25 (Mediunidade e Viciação).
8. SOUZA, Juvanir Borges. Tempo de Renovação. Rio de Janeiro: FEB, 1990. Cap. 17 (Forças Espirituais ), p. 140.
9. XAVIER, Francisco Cândido. Encontro Marcado. Pelo Espírito Emmanuel. 9. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987. Cap.41 (Pensamento e Conduta), p. 127.
10.______. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 1 (Estudando a mediunidade), p. 17.
11. ______. Cap. 13 (Pensamento e mediunidade), p. 141-142.
12.______. Falando à Terra. Por diversos Espíritos. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Capítulo: Saúde, p. 147.
13.______. Os Mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 40. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 47 (No trabalho ativo), p. 289.
14.______. p. 290.
15.______. Pensamento e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 1 (O espelho da alma), p. 12.
16.______. Cap. 2 (vontade), p. 16.
17.______. p. 17.
18.______. p. 17-18.
19.______. Cap. 3 (Cooperação), p. 21-22.
20.______. Seara dos Médiuns. Pelo Espírito Emmanuel. 15. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo: Em Serviço Mediúnico, p. 46.
21. ______. Capítulo: Ser médium, p. 138.
22. ______. Vozes do Grande Além. Por diversos Espíritos. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Cap. 39 (Suicídio e Obsessão – mensagem do Espírito Hilda), p. 164.

23. ______.e VIEIRA, Waldo. Crepúsculos Mentais. Mecanismos da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, cap. 4 (matéria mental) item: Pensamento das criaturas, p.48.

24.______. Cap. VI (Circuito elétrico e circuito mediúnico), item: conceito de circuito mediúnico), p. 56 – 60.
25.______. Cap. X (Fluxo mental), item: Corrente mental humana, p. 88.
26.______.p. 89.

Aula 24 – Mecanismos da comunicação mediúnica.

Mecanismos da comunicação mediúnica.

“Nos momentos iniciais que antecedem a comunicação mediúnica, o médium é envolvido em fluidos ou energias do Espírito comunicante. Este envolvimento é controlado por dedicados trabalhadores do plano espiritual, sobretudo quando se trata de comunicação de entidade necessitada.  Trata-se de uma medida de segurança que visa à preservação da saúde do medianeiro, considerando que o intercâmbio mediúnico movimenta diferentes tipos de energias que atuam sobre o  carro fisiológico do médium, estimulando ou inibindo a produção de substâncias na intimidade dos tecidos e dos órgãos.” (Apostila)

AULA: Mec Comun26Jun2016 – Mec Comun26 06 16

APOSTILA EPM/EEM – Programa II · Módulo III ·  Roteiro 2

REFERÊNCIAS

1. KARDEC, Allan. Obras póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 39. ed. Rio de Janeiro: 2006. Primeira parte, cap. 1 (O perispírito), item 10, p. 49-50.
2. XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da luz. Pelo Espírito André Luiz. 41. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 1 (O psicógrafo), p. 14.
3.______. p. 14-15.
4.______. p. 15.
5.______. p. 16-17.
6.______. p. 18.
7.______. Cap. 2 (A epífi se), p. 22.
8.______. Nos domínios da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 31. ed. Rio de Janeiro: 2005. Cap. 1 (Estudando a mediunidade), p. 17.
9.______. Pão nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 174, p. 363-364.
10.______. Item: Em serviço mediúnico, p. 46.
11. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 25. ed. Rio de Janeiro: 2006. Cap. 6 (Circuito elétrico e circuito mediúnico), item: Conceito de circuito mediúnico, p. 59-60.

Aula 8 – Pineal (A Glândula da Vida Espiritual)

Pineal

(A Glândula da Vida Espiritual)

“(…) a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endocrínico.
(…) As redes nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob  sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos. Manancial criador dos mais importantes, suas atribuições são extensas e fundamentais.” (Missionários da Luz – pelo Espírito André Luiz, Cap.2)

AULA: Aula Pineal

APOSTILA COEM – Vl.1 e 2 –  24ª Sessões Teóricas e 10ª à 12ª Sessões Práticas.

REFERÊNCIAS:

  • Guyton, A C, Hall J E. Tratado de fisiologia medica. São Paulo: Elsevier Brasil, 2006.
  • KARDEC, Allan. Trad. Evandro Noleto Bezerra. O livro dos médiuns. 2. ed. 1. imp. Rio de Janeiro: FEB, 2013.
  • Lourenço, Eduardo Augusto. Pineal, a glândula da Vida Espiritual. Pelo Espírito Benedito. São Paulo: Editora conhecimento, 2010.
  • XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da luz. Pelo Espírito André Luiz. 45. ed. 1. imp. Brasília, 2013.

GEM 1TRIM 2016

Aula 3 – Glândula Pineal

Glândula Pineal

” Conserva ascendência em todo o sistema endocrínico, age como uma espécie de supervisora em relação a outras glândulas. Influi sobre o corpo variando o grau de reação aos raios de luz, isto é,  controla a sensibilidade da cor à luz.
Regula a cor da pele, fazendo variar o grau de reação aos raios luminosos, isto é, controla a ação da luz sobre o pigmento da pele. Evita, na criança, o desenvolvimento sexual prematuro, promovendo uma puberdade normal. A Pineal também contribui para o desenvolvimento normal físico e mental das células  cerebrais e das células dos órgãos de reprodução.
Apesar de um grande número de substâncias neurotransmissoras tipo dopamina, octopamina, serotonina e outras podem ser extraídas da pineal, a única substância abundante e biologicamente ativa  secretada por ela é a melatonina.
A revelação espiritual informa ser a Epífise a glândula da vida mental e elo com a espiritualidade.
A Epífise é conhecida também como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões e como a sede da alma, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há mais de 2000 anos.
Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chacra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento.
O filósofo e matemático francês René Descartes, afirma que “existiria no cérebro uma glândula onde a alma se fixaria mais intensamente”.

AULA:  Pineal 27-28.07.2014

Vídeo: Como funciona o nosso cérebro.

 

Vídeo: Drº Sérgio Oliveira e Drº Décio Iandoli Jr.

Apostila  COEM

Vl.01 –  10ª à 12ª Seções Práticas

Vl.02 – 24ª Seção Teóricas

Referências:

André Luiz/Francisco Cândido Xavier

  • Mecanismos da Mediunidade
  • Evolução em Dois Mundos
  • Missionários da Luz, capítulos I e II
  • Ação e Reação
  • No Mundo Maior
  • Nos Domínios da Mediunidade